Numerando

TR Acumulado

Taxa Referencial — variação acumulada desde 1994. Fonte: Banco Central.

Acumulado 12 meses

+2.03%

Acumulado 2026

+0.64%

4 meses divulgados

Acumulado desde 1994

+209.81%

382 meses

TR acumulado por ano

AnoAcumuladoMeses
2026+0.64%4Ver meses →
2025+1.97%12Ver meses →
2024+0.81%12Ver meses →
2023+1.76%12Ver meses →
2022+1.63%12Ver meses →
2021+0.05%12Ver meses →
2020+0.00%12Ver meses →
2019+0.00%12Ver meses →
2018+0.00%12Ver meses →
2017+0.60%12Ver meses →
2016+2.01%12Ver meses →
2015+1.80%12Ver meses →
2014+0.86%12Ver meses →
2013+0.19%12Ver meses →
2012+0.29%12Ver meses →
2011+1.21%12Ver meses →
2010+0.69%12Ver meses →
2009+0.71%12Ver meses →
2008+1.63%12Ver meses →
2007+1.45%12Ver meses →
2006+2.04%12Ver meses →
2005+2.83%12Ver meses →
2004+1.82%12Ver meses →
2003+4.65%12Ver meses →
2002+2.82%12Ver meses →
2001+2.27%12Ver meses →
2000+2.07%12Ver meses →
1999+5.73%12Ver meses →
1998+7.78%12Ver meses →
1997+9.79%12Ver meses →
1996+9.57%12Ver meses →
1995+31.62%12Ver meses →
1994+19.32%6Ver meses →

Maior acumulado anual

+31.62%

em 1995

Menor acumulado anual

+0.00%

em 2020

Sobre o TR acumulado

A Taxa Referencial é calculada pelo Banco Central a partir das taxas dos CDBs prefixados. É componente do rendimento da poupança (TR + 0,5% a.m. ou TR + 70% da Selic) e do FGTS (TR + 3% a.a.). Desde 2017, a TR ficou em 0% por longos períodos, mas voltou a ser positiva com a alta da Selic. O acumulado é calculado pela composição das variações mensais (produto das taxas), não pela soma simples. Isso reflete o efeito dos juros compostos sobre a inflação ou rentabilidade ao longo do tempo.

Fonte: Banco Central. Dados do Banco Central do Brasil. Série BCB nº 7811. 382 registros mensais desde 1994.